Acho que toda mulher tem uma época do mes em que ela sonha mais. Nao sei se é bem assim. Simplesmente acho que é porque...eu sou assim! hehehe...entao viva a falta de alteridade (conceito antropológico).
Essa noite acordei atormentada por causa de um sonho. E olha que eu muito raramente lembro de sonhos! Mas... tem sido quase uma constante sonhar desde que cheguei aqui. O que achei normal na primeira semana, dado o fato da mudanca. Mas enfim... sabe aquelas coisas de filme que voce acorda assustada por causa de um pesadelo ou algo assim? Pois é... isso que me ocorreu essa noite.
Poupando os pobres leitores deste blog dos detalhes, posso dizer que havia 2 cobras pretas com cara de gato. Sim, as cobras tinham cara de gato! As malditas me perseguiam por toda a sala, aonde nos encontrávamos. A dona das cobras, uma velha professora estudiosa dos Indios de Goiás - tou falando que o sonho foi bizarro! - dizia que eu nao precisava ter medo. As cobrinhas nao possuiam veneno o suficiente para me matar, só machucar um pouco. E enquanto essa professorinha maldita fica lá olhando seus slides de índio, eu corria por toda a sala, ora batendo na cara das cobras, ora chutando as bichas. Finalmente, depois de um tempo nessa confusao, arrumei uma bazooka. Sim, uma bazooka, e consegui atirar na cara de uma das cobras, que fez o favor de morrer na hora. A outra também levou um tiro, mas foi no corpo - que era de cobra normal - o que a fez rastejar (bem capenga) até qualquer buraco e se esconder. Eu, já cansada daquela meleca e suja de sangue de cobra, joguei a arma no chao, falei qualquer bobeira indecifrável, e saí do quarto com raiva. E acordei!
Essa coisa de acordar no meio da noite é interessante. Junto com esse alívio de acordar, me veio uma idéia muito interessante na cabeca, que nao me lembro mais! Devia ter anotado! Enquanto bebia água, tentei decifrar o sonho maldito, mas nada que prestasse. Deixa pra lá! O friozinho me ajudou a ficar a debaixo das minhas cobertas acolhedoras.
Quase me sinto compelida a pedir desculpa aos leitores que tem que ler tanta baboseira, mas... se alguem quiser se arriscar a interepretar o sonho, por favor, faca-o!
Enquanto isso eu continuo na tentativa de escrever ficcao. Tive uma idea decente, mas escrever dialogos e depois o que se passa na cabeca das personagens.... sei nao se é minha praia! No entanto, por que nao tentar?
Tá, chega!... vou voltar pra minha ficcao...
Espero estar mais inspirada a tarde, quando eu pagar meia entrada no cinema! Ha!!!
=)
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quarta-feira, 11 de março de 2009
domingo, 30 de março de 2008
Sem Palavras
Estou rouca. Desde sexta-feira que minha habilidade de conversar tem sofrido sérios reveses por conta de uma gripe que chegou devagarinho, me enganando, e agora me pegou de vez. Mesmo assim eu me recuso a me sentir gripada, sem alterar nada por conta disso.
Minha voz nao colabora, e quanto mais eu forço (porque afinal eu sou assim mesmo), pior fica. Ainda na sexta, depois de passar o dia falando que nem uma desmiolada e chegar ao fim do dia realmente afônica, apelei para umas receitinhas caseiras de gargarejo da vovó. Que coisa horrível! Agua quente com MUITO sal e limao. ARGH!!!....mas naquela altura eu estava desesperada, queria minha voz de volta. Mesmo porque sem esta eu nao poderia comparecer ao meu compromisso de sábado de manha, no qual o uso de minha voz era absolutamente indispensável.
O gargarejo funcionou, e eu acordei falando.
Mas nao adiantou muito... 2 horas depois (compromisso cumprido), a coisa estava feia de novo. Tosse, tosse e mais tosse. E pouca voz. Decidi partir para um regime de economia e me abster de falar bobagens. Algo praticamente impossível.
Pra ajudar, o meu irmao resolve aparecer numa visita quase surpresa, e como é de praxe, ficamos conversando até as 4 da matina. Oooo vidinha...
Acordei melhor hoje. Ainda rouca, porém em níveis mais aceitáveis. Essa porcaria de rouquidão já dura há tanto tempo que eu acostumei com essa minha voz desafinada e feia. Estranho, porque no primeiro dia eu me sentia uma dominada cpor ETs. Era como se eu tivesse sido abduzida e alguém tivesse morando dentro do me corpo, falando por mim, com aquela voz horrorosa. Agora eu nem lembro mais como era minha voz original... será que um dia ela volta?
Sem muita "filosofação", pois quero começar a ler o livro que eu acabei de comprar, essa história toda de voz me fez pensar nas questões que envolvem a expressao pessoal dos seres humanos. Ser privado de falar o que quiser, de poder falar, faz a gente reavaliar certas coisas. E pensar também se nao poderíamos ouvir mais e falar menos....
Nao existe liçãozinha de moral para este post. Só mesmo este devaneio óbvio e cliché. Lá vou eu... Freud me aguarda.
Minha voz nao colabora, e quanto mais eu forço (porque afinal eu sou assim mesmo), pior fica. Ainda na sexta, depois de passar o dia falando que nem uma desmiolada e chegar ao fim do dia realmente afônica, apelei para umas receitinhas caseiras de gargarejo da vovó. Que coisa horrível! Agua quente com MUITO sal e limao. ARGH!!!....mas naquela altura eu estava desesperada, queria minha voz de volta. Mesmo porque sem esta eu nao poderia comparecer ao meu compromisso de sábado de manha, no qual o uso de minha voz era absolutamente indispensável.
O gargarejo funcionou, e eu acordei falando.
Mas nao adiantou muito... 2 horas depois (compromisso cumprido), a coisa estava feia de novo. Tosse, tosse e mais tosse. E pouca voz. Decidi partir para um regime de economia e me abster de falar bobagens. Algo praticamente impossível.
Pra ajudar, o meu irmao resolve aparecer numa visita quase surpresa, e como é de praxe, ficamos conversando até as 4 da matina. Oooo vidinha...
Acordei melhor hoje. Ainda rouca, porém em níveis mais aceitáveis. Essa porcaria de rouquidão já dura há tanto tempo que eu acostumei com essa minha voz desafinada e feia. Estranho, porque no primeiro dia eu me sentia uma dominada cpor ETs. Era como se eu tivesse sido abduzida e alguém tivesse morando dentro do me corpo, falando por mim, com aquela voz horrorosa. Agora eu nem lembro mais como era minha voz original... será que um dia ela volta?
Sem muita "filosofação", pois quero começar a ler o livro que eu acabei de comprar, essa história toda de voz me fez pensar nas questões que envolvem a expressao pessoal dos seres humanos. Ser privado de falar o que quiser, de poder falar, faz a gente reavaliar certas coisas. E pensar também se nao poderíamos ouvir mais e falar menos....
Nao existe liçãozinha de moral para este post. Só mesmo este devaneio óbvio e cliché. Lá vou eu... Freud me aguarda.
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