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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
16/5/74

Esse é o título de uma das músicas que embaralaram minha adolescencia, cantada pela minha querida amiga Laura - a Pausini. Esta música, numero 8 do CD Le Cose Che Vivi é aquela típica que só fan já escutou!...Mas eu gosto. E acordei da minha soneca pensando nela.
Eu poderia contar muitas e muitas histórias sobre este CD da Laura, pois diria que marca o início da minha adolescencia e me influenciou muitíssimo (oh!). Mas deixa pra lá...vou só mandar uma traduçao da letra mesmo, lembrando que o título é a data de aniversário da Laura. Sim, gente, hoje é o niver dela, e amanha o meu!!! Voces nao imaginam a alegria que eu senti o dia que descobri que minha cantora favorita fazia aniversário um dia antes do meu! Oh!! (momento nostalgia)....
PARABÉNS, LAURA!!!!
Laura eu te amo...
Laura eu te amo...
Laura eu te amo...
Laura eu te amo...
Laura eu te amo...
(momento tiete....over!)
Tá ae a traduçao....mais tarde vai começar a festa.... saudade dos amigos do Brasil.
16/5/74
La notte se ne va (a noite se vai)
E siamo ancora qui, (e ainda estamos aqui) Un po' disfatti ma (meio acabados - desfeitos, mas) Randagi e liberi, (desviados e livres)
Con l'anima che sta, (com a alma, que está)
In equilibrio sopra il mondo. (em equilíbrio pelo mundo) La macchina che va, (o carro que vai)
E inarrestabili, (irreversível)
Noi sopra la citta, (nós, pela cidade)
Ribelli e zingari (rebeldes e zangados)
Cercando verita (procurando verdade)
Ed un'emozione che ci dia (é uma emoçao que nos dá) Tutta l'energia (toda energia)
Per non fermarsi e accelerare (para nao parar e acelerar)
É un mondo che si muove, (é um mundo que se move)
Ma non sa bene dove. (mas nao sabe bem aonde)
E fatta come me, é la mia generazione (e feito como eu, a minha geraçao)
Ed ha le sue parole, per raccontarsi il cuore (e tem suas palavras, para contar do coraçao) Messaggi in codice scritti sopra i muri di cittá (mensagens em código, escritas pelos muros da cidade)
E ci si incontra poi (e a gente se encontra depois) Per strada e dentro i bar, (pela estrada e dentro dos bares)
Per stare tra di noi (para estar entre nós) Sentirci liberi (nos sentir livres)
Da questa realtá, (desta realidade)
Che non sa pi comprendere, (que nao sabe entender) Nemmeno la metá, (nem a metade)
Di tutto quello che hai nel cuore. (de tudo aquilo que existe no coraçao)
É un mondo che si muove (é um mundo que se move)
In ogni direzione (em cada direçao)
É fatta come me, é la mia generazione (e feito eu, é a minha geraçao)
Ed ha sempre una canzone per scogliere il dolore (e tem sempre uma cançao para pacificar a dor)
Messaggi in codice dedicati di una notte di cittá (mensagens escritas em código, dedicadas a uma noite de cidade)
Gli stessi occhi, lo stesso cuore (os mesmos olhos, o mesmo coraçao)
Di una generazione fatta come me (de uma geraçao feita como eu) La stessa pioggia, lo stesso sole (a mesma chuva, o mesmo sol)
Tu sai che un'altra come questa no, non c'e. (voce sabe que uma outra como esta nao tem)
un'onda di marea, che spezza gli argini, (uma onda do mar, que quebra os diques)
E cerca una risposta dentro se, (e busca uma resposta dentro de si)
E basta quest'idea per riconoscersi, (e basta essa idéia para se reconhecer) Da un gesto e da uno sguardo che (por um gesto ou um olhar que)
Da solo gi parla di noi. (que sozinho fala por nós)
La stessa rabbia, (a mesma raiva)
Lo stesso amore (o mesmo amor)
Di una generazione (de uma geraçao)
Fatta come me (feita como eu)
Gli stessi sogni (os mesmo sonhos)
Stesso dolore, (a mesma dor)
Perche sai un'altra (porque voce sabe um outra)
Come questa no, (como esta nao)
non c'e (nao, tem)
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
La Geografia del Mio Camino (música)
Seguindo o bom humor que me acompanha desde ontem, vou postar uma letrinha de música (da Laura, claro!) que tem me inspirado e acho que tem a ver com o momento. Musiquinha essa ilustremente desconhecida do CD Primavera in Anticipo.
La Geografia del Mio Camino
(A Geografia do Meu Caminho)
E di chi sarà il coraggio, allora, se non sarà il mio?
(E de quem será a coragem, entao, se nao for a minha?)
se si spegne quella luce
(se aquela luz se apaga)
resto io
(sobra eu)
di chi è la più profonda decisione?
(de quem é a mais profunda decisao?)
al di là dei sogni appesi a una canzone
(além dos sonhos existe uma cançao)
oggi riconosco il suono
(hoje reconheço o som)
della voce e di chi sono
(da voz de quem sou eu)
e mi fido di un passato carico di ingenuità
(e confio num passado carregado de ingenuidade)
di chi va dallo stupore
(de quem vai se maravilhar)
a unaltra età
(em uma outra idade)
perché quando sembra tutto poco chiaro
(porque quando tudo parece pouco claro)
se mi fermo alla ricerca di un pensiero
(se me fecho à procura de um pensamento)
scopro in uno specchio il cielo
(descubro em um espelho o céu)
e la geografia del mio cammino
(e a geografia do meu caminho)
da me
(pra mim)
torno da me
(volto pra mim)
perché ho imparato a farmi compagnia
(porque aprendi a me fazer companhia)
dentro di me
(dentro de mim)
rinasco e frego la malinconia
(resnaço e nao dou a mínima para a melancolia)
bella come non mi sono vista mai, io mai
(bela como eu nunca jamais me vi, jamais)
fianco a fianco al mio destino
(lado a lado com o meu destino)
scritto nelle linee della mano
(escrito nas linhas da mao)
luragano che mi gira intorno
(cometa que me gira)
sono solo io
(é só eu)
vedo la speranza in fondo a quell'oblio
(vejo a esperança a fundo até o esquecimento)
il difetto è l'esperienza che non ho ancora
(o defeito é a experiencia que nao tenho ainda)
ma non me ne prendo cura
(mas nao tou nem aí)
non ho più paura
(nao tenho mais medo)
da me
(de mim)
torno da me
(volto pra mim)
perché ho imparato a farmi compagnia
(porque aprendi a me fazer companhia)
dentro di me
(dentro de mim)
ripeto una bestemmia e una poesia
(repito uma bobeira e uma poesia)
bella come io non l'ho sentita mai, io mai
(bela como eu jamais me havia sentido, jamais)
occhi dritti allorizzonte
(olhos fixados no horizonte)
sull'asfalto lascio le mie impronte
(no asfalto deixo minhas pegadas)
cosè la solitudine?
(o que é a solidao?)
cosè?
(o que é?)
ho voglia di deciderlo
(tenho vontade de decidir)
da me
(eu mesma)
da me
(eu mesma)
torno da me
(volto pra mim)
da me per non andarmene
(pra mim para nao ir embora)
più via
(mais)
torno da me
(volto pra mim)
scopro in uno specchio il cielo
(descubro num espelho o céu)
e la geografi a del mio cammino
(e a geografia do meu caminho)
del mio cammino
(do meu caminho)
La Geografia del Mio Camino
(A Geografia do Meu Caminho)
E di chi sarà il coraggio, allora, se non sarà il mio?
(E de quem será a coragem, entao, se nao for a minha?)
se si spegne quella luce
(se aquela luz se apaga)
resto io
(sobra eu)
di chi è la più profonda decisione?
(de quem é a mais profunda decisao?)
al di là dei sogni appesi a una canzone
(além dos sonhos existe uma cançao)
oggi riconosco il suono
(hoje reconheço o som)
della voce e di chi sono
(da voz de quem sou eu)
e mi fido di un passato carico di ingenuità
(e confio num passado carregado de ingenuidade)
di chi va dallo stupore
(de quem vai se maravilhar)
a unaltra età
(em uma outra idade)
perché quando sembra tutto poco chiaro
(porque quando tudo parece pouco claro)
se mi fermo alla ricerca di un pensiero
(se me fecho à procura de um pensamento)
scopro in uno specchio il cielo
(descubro em um espelho o céu)
e la geografia del mio cammino
(e a geografia do meu caminho)
da me
(pra mim)
torno da me
(volto pra mim)
perché ho imparato a farmi compagnia
(porque aprendi a me fazer companhia)
dentro di me
(dentro de mim)
rinasco e frego la malinconia
(resnaço e nao dou a mínima para a melancolia)
bella come non mi sono vista mai, io mai
(bela como eu nunca jamais me vi, jamais)
fianco a fianco al mio destino
(lado a lado com o meu destino)
scritto nelle linee della mano
(escrito nas linhas da mao)
luragano che mi gira intorno
(cometa que me gira)
sono solo io
(é só eu)
vedo la speranza in fondo a quell'oblio
(vejo a esperança a fundo até o esquecimento)
il difetto è l'esperienza che non ho ancora
(o defeito é a experiencia que nao tenho ainda)
ma non me ne prendo cura
(mas nao tou nem aí)
non ho più paura
(nao tenho mais medo)
da me
(de mim)
torno da me
(volto pra mim)
perché ho imparato a farmi compagnia
(porque aprendi a me fazer companhia)
dentro di me
(dentro de mim)
ripeto una bestemmia e una poesia
(repito uma bobeira e uma poesia)
bella come io non l'ho sentita mai, io mai
(bela como eu jamais me havia sentido, jamais)
occhi dritti allorizzonte
(olhos fixados no horizonte)
sull'asfalto lascio le mie impronte
(no asfalto deixo minhas pegadas)
cosè la solitudine?
(o que é a solidao?)
cosè?
(o que é?)
ho voglia di deciderlo
(tenho vontade de decidir)
da me
(eu mesma)
da me
(eu mesma)
torno da me
(volto pra mim)
da me per non andarmene
(pra mim para nao ir embora)
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Eu, a mulher sem razao
Hoje foi mais um dia que pode entrar pra galeria dos "perdidos", ou "esquecidos". Segunda-feira chata, com poucos momentos de exceçao.
Falei com o Sr. T, gentil como sempre, que vai me ceder seu apartamento quando eu estiver no Rio. Essa foi uma das poucas partes boas do dia. A outra boa parte do dia foi ver a cara da Cicci elogiando meu blog. Ela disse que eu tenho uma cabeça...assim, (nao terminou a frase, mas a cara foi boa, hehe). Fiquei tao lisonjeada que quase chorei, hehe.... ai, como eu sou ridícula! Nao sei o que é, mas ultimamente qualquer coisa tem me feito chorar.
Quase 10 da noite, longe da televisao e do prospecto de falar com alguém, mesmo que pelo telefone, começo a sentir a pressao dos dias que ainda estao por vir. A viagem da semana que vem, a responsabilidade. A vontade de fugir, que vem junto com a vontade de morrer. E falando em morrer... hoje eu fiquei pensando no que eu faria caso fosse cometer suicídio. Para onde iria, se deixaria um bilhete e, no caso, o que escreveria nesse bilhete. Cheguei à conclusao de que eu tenho vergonha de morrer assim. Imagina alguem no meu enterro dizendo, "ai, coitada! Que fraqueza de espírito, se matar aos 24 anos!"....
Hoje também eu esbarrei num velho email. Foi ruim. Muito ruim. Chorei horrores. Mas passou... se tudo der certo eu ainda aprendo a lidar com os erros dos outros, já que consertar mesmo eu só posso fazer com os meus.
Continuando a onda de postar letras de música, escolhi a "Mulher Sem Razao", com a voz da Adriana Calcanhoto. Essa música me lembra uma pessoa especial em quem pensei quando a ouvi pela primeira vez. Eu, que às vezes me rendo a boa MPB, me enxerguei nesta cançao, me vi como a própria mulher sem razao, que deve cair na real. Com a diferença que... eu desisto de ouvir meu coraçao. Vou ouvir é o meu cérebro mesmo. É lá que meu juízo deve estar guardado, em algum cantinho empoeirado e esquecido.
Mulher Sem Razao
Saia desta vida de migalhas
Desses homens que te tratam
Como um vento que passou
Caia na realidade, fada
Olha bem na minha cara
Me confessa que gostou
Do meu papo bom
Do meu jeito são
Do meu sarro, do meu som
Dos meus toques pra você mudar
Mulher sem razão
Ouve o teu homem
Ouve o teu coração
No final da tarde
Ouve aquela canção
Que não toca no rádio
Pára de fingir que não repara
Nas verdades que eu te falo
Dá um pouco de atenção
Parta, pegue um avião, reparta
Sonhar só não tá com nada
É uma festa na prisão
Nosso tempo é bom
Temos de montão
Deixa eu te levar então
Pra onde eu sei que a gente vai brilhar
Mulher sem razão
Ouve o teu homem
Ouve o teu coração
Batendo travado
Por ninguém e por nada
Na escuridão do quarto
Na escuridão do quarto
Falei com o Sr. T, gentil como sempre, que vai me ceder seu apartamento quando eu estiver no Rio. Essa foi uma das poucas partes boas do dia. A outra boa parte do dia foi ver a cara da Cicci elogiando meu blog. Ela disse que eu tenho uma cabeça...assim, (nao terminou a frase, mas a cara foi boa, hehe). Fiquei tao lisonjeada que quase chorei, hehe.... ai, como eu sou ridícula! Nao sei o que é, mas ultimamente qualquer coisa tem me feito chorar.
Quase 10 da noite, longe da televisao e do prospecto de falar com alguém, mesmo que pelo telefone, começo a sentir a pressao dos dias que ainda estao por vir. A viagem da semana que vem, a responsabilidade. A vontade de fugir, que vem junto com a vontade de morrer. E falando em morrer... hoje eu fiquei pensando no que eu faria caso fosse cometer suicídio. Para onde iria, se deixaria um bilhete e, no caso, o que escreveria nesse bilhete. Cheguei à conclusao de que eu tenho vergonha de morrer assim. Imagina alguem no meu enterro dizendo, "ai, coitada! Que fraqueza de espírito, se matar aos 24 anos!"....
Hoje também eu esbarrei num velho email. Foi ruim. Muito ruim. Chorei horrores. Mas passou... se tudo der certo eu ainda aprendo a lidar com os erros dos outros, já que consertar mesmo eu só posso fazer com os meus.
Continuando a onda de postar letras de música, escolhi a "Mulher Sem Razao", com a voz da Adriana Calcanhoto. Essa música me lembra uma pessoa especial em quem pensei quando a ouvi pela primeira vez. Eu, que às vezes me rendo a boa MPB, me enxerguei nesta cançao, me vi como a própria mulher sem razao, que deve cair na real. Com a diferença que... eu desisto de ouvir meu coraçao. Vou ouvir é o meu cérebro mesmo. É lá que meu juízo deve estar guardado, em algum cantinho empoeirado e esquecido.
Mulher Sem Razao
Saia desta vida de migalhas
Desses homens que te tratam
Como um vento que passou
Caia na realidade, fada
Olha bem na minha cara
Me confessa que gostou
Do meu papo bom
Do meu jeito são
Do meu sarro, do meu som
Dos meus toques pra você mudar
Mulher sem razão
Ouve o teu homem
Ouve o teu coração
No final da tarde
Ouve aquela canção
Que não toca no rádio
Pára de fingir que não repara
Nas verdades que eu te falo
Dá um pouco de atenção
Parta, pegue um avião, reparta
Sonhar só não tá com nada
É uma festa na prisão
Nosso tempo é bom
Temos de montão
Deixa eu te levar então
Pra onde eu sei que a gente vai brilhar
Mulher sem razão
Ouve o teu homem
Ouve o teu coração
Batendo travado
Por ninguém e por nada
Na escuridão do quarto
Na escuridão do quarto
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Dentro da minha cabeça,
Diariozinho metafórico,
Musica do dia
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
"Tu, mi complemento, mi media naranja..."
Resolvi sair da fase "Shakira" da minha vida. Nao, eu nao deixei de gostar da Shakira. Na verdade eu admiro muito as letras das músicas dela. Em especial essas que nao fazem sucesso, porque as que tocam nas radios sao meio idiotas, concordo. Mas tem um monte de musiquinha dela com letras inteligentes, referências à gente tipo Marx e Sartre, pira?
Depois da Bolívia entrei num "Shakira hype", ouvindo tudo o que a criatura já gravou. Mas agora tô saindo dessa. Por que? Porque a desgraçada fica cantando músicas que me fazem chorar. Oh, ceus! Sim, algumas músicas que me remetem à um estado de espírito onde fico remoendo malditos sentimentos e lembranças. Nao, eu nao tô deprê...mas tive uns momentos deprê hoje, dos quais quero me livrar. Ou seja...Shakira, my dear...vamos ter que dar um tempo. "Preciso de espaço", como diriam alguns, hahaha...
Entao hoje na minha playlist tem:
1. Take a Bow - Rihana (ADORO a letra dessa musica)
2. Omen Sore - ERA (pra dar um tom "zen")
3. You Had Time - Ani Di Franco (ok, essa é meio deprê, mas a letra é excelente)
4. Damaged - Plumb
5. I Hate Everything About You - 3 Days Grace
6. Media Naranja - Fey (Pop merricano do fim da decada de 90, dos meus tempos de Telehit. Adoooro!)
7. Change - Sugarbabes (letra das boa...boa mesmo)
8. How Far We've Come - Matchbox 20 (musica e letras boas...gosto muitao dessa musica)
....poiseh....ateh tem outras aki, mas deixa pra lá, já que eu to repetindo a 1 e a 8 o tempo todo mesmo, hehe....
Enfim...só pra explicar o título do post musical. A frase foi tirada da musica "Media Naranja", da Fey. Acho que no Mérrico em vez de "carametade" eles falam "laranja-metade". Interessante, né? Vou adotar o conceito...
Depois da Bolívia entrei num "Shakira hype", ouvindo tudo o que a criatura já gravou. Mas agora tô saindo dessa. Por que? Porque a desgraçada fica cantando músicas que me fazem chorar. Oh, ceus! Sim, algumas músicas que me remetem à um estado de espírito onde fico remoendo malditos sentimentos e lembranças. Nao, eu nao tô deprê...mas tive uns momentos deprê hoje, dos quais quero me livrar. Ou seja...Shakira, my dear...vamos ter que dar um tempo. "Preciso de espaço", como diriam alguns, hahaha...
Entao hoje na minha playlist tem:
1. Take a Bow - Rihana (ADORO a letra dessa musica)
2. Omen Sore - ERA (pra dar um tom "zen")
3. You Had Time - Ani Di Franco (ok, essa é meio deprê, mas a letra é excelente)
4. Damaged - Plumb
5. I Hate Everything About You - 3 Days Grace
6. Media Naranja - Fey (Pop merricano do fim da decada de 90, dos meus tempos de Telehit. Adoooro!)
7. Change - Sugarbabes (letra das boa...boa mesmo)
8. How Far We've Come - Matchbox 20 (musica e letras boas...gosto muitao dessa musica)
....poiseh....ateh tem outras aki, mas deixa pra lá, já que eu to repetindo a 1 e a 8 o tempo todo mesmo, hehe....
Enfim...só pra explicar o título do post musical. A frase foi tirada da musica "Media Naranja", da Fey. Acho que no Mérrico em vez de "carametade" eles falam "laranja-metade". Interessante, né? Vou adotar o conceito...
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Musica do dia
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Preferência clara e indiscutível
Nao sei bem quando começou. Mas sei que foi na América do Norte. Eu, uma brasileirinha da roça, porém ávida por novas experiências, passei a frequentar cafés. No começo eu achava tudo caro. Por que um café ruim tinha de custar no mínimo 3 dólares? Ainda bem que eu nem gostava de café mesmo, e por isso partia para bebidas um pouco menos óbvias, como chocolate quente, vanilla bean latte, água com gás. Antes que eu pudesse perceber já estava viciada e aderi à cultura de estudar nos cafés. Até fui trabalhar em um! Podrinho e nada glamuroso, mas lá estava eu, hehe...um dia eu conto essa história. O fato é que frequentar cafés passou a ser parte da minha vida e da minha cultura também.
E daí a gente volta pro Brasil... pra Goiânia, mais especificamente, onde todas as pessoas da minha idade frequentam bares. Se querem conversar e ver gente bonita, vao ao barzinho. Comer? Tem comida no barzinho também! E claro, no barzinho também tem música. E claro, também tem gente fumando horrores... junto com homens idiotas te olhando com cara de safado. Podia ao menos disfarçar, né?
O negócio é o seguinte... nem nos tempos de faculdade eu gostava de bar! Eu prefiro cafés e pronto! E por isso hoje sou tao feliz de saber que minha cidade evoluiu o suficiente ao ponto de oferecer cafés do estilo ao que eu estava acostumar. Sim, tudo ainda possui um ar pretensioso e os produtos sao mais caros do que deveriam....mas pelo menos me leva de volta àquele sentimento gostoso e familiar que eu experimentava nos Starbucks e afins da América do Norte. De fato, em Montreal o meu preferido era o Starbucks. Se eu queria estudar, conversar ou matar tempo, ligava logo pra alguém e marcava de encontrar em algum Starbucks da St. Catherine (tinha vários, só nessa rua!). O chá de Passion Fruit era uma delícia, barato e roxo! Perfeito!
Já nos EUA a coisa mudou um pouco de figura, mas se a vontade de ir pra um café batia, o local era o Greenberry's, que tinha um ar bem mais tropical e light, mas também pudera! Estávamos na Virginia!... bons tempos, bons tempos....
Nos cafés as pessoas nao fumam - a nao ser nas mesinhas de fora, hehe. Mas lá dentro você tem ar condicionado - para os eternos dias quentes dessa cidade - musiquinha ambiente gostosa, decoraçao estilo moderna, cores bem escolhidas, garçons gente boa que já me reconhecem e .... enfim, um ambiente muito aconchegante. Nao preciso alterar minha voz para conversar, posso me sentar confortavelmente no sofazinho e aproveitar meu tempo ali. E ah, detalhe... também nao preciso pagar "couvert" artístico pra ouvir algum mané cantar música que eu nem quero ouvir!
E foi assim que eu terminei minha semana.... sentada num café, comendo um lanchinho gostoso (e caro!) e tomando chocolate quente, enquanto conversava com amigos sobre o 11 de Setembro, a Al-Qaeda, Bill Clinton, eleiçoes americanas, salgadinhos que gostávamos quando criança, planos futuros, etc...
É... bem que eu queria ter meu próprio café... (sigh)... Ele teria um aspecto bem mundi, de gente viajada. Seria tao pretensioso que a sociedade goiana iria adorar. Cheio de mapas e atlas, o lugar ia bombar. Bombar também iria o Menu, cheio de opçoes caras e gostosas. Pensa que delícia....
E daí a gente volta pro Brasil... pra Goiânia, mais especificamente, onde todas as pessoas da minha idade frequentam bares. Se querem conversar e ver gente bonita, vao ao barzinho. Comer? Tem comida no barzinho também! E claro, no barzinho também tem música. E claro, também tem gente fumando horrores... junto com homens idiotas te olhando com cara de safado. Podia ao menos disfarçar, né?
O negócio é o seguinte... nem nos tempos de faculdade eu gostava de bar! Eu prefiro cafés e pronto! E por isso hoje sou tao feliz de saber que minha cidade evoluiu o suficiente ao ponto de oferecer cafés do estilo ao que eu estava acostumar. Sim, tudo ainda possui um ar pretensioso e os produtos sao mais caros do que deveriam....mas pelo menos me leva de volta àquele sentimento gostoso e familiar que eu experimentava nos Starbucks e afins da América do Norte. De fato, em Montreal o meu preferido era o Starbucks. Se eu queria estudar, conversar ou matar tempo, ligava logo pra alguém e marcava de encontrar em algum Starbucks da St. Catherine (tinha vários, só nessa rua!). O chá de Passion Fruit era uma delícia, barato e roxo! Perfeito!
Já nos EUA a coisa mudou um pouco de figura, mas se a vontade de ir pra um café batia, o local era o Greenberry's, que tinha um ar bem mais tropical e light, mas também pudera! Estávamos na Virginia!... bons tempos, bons tempos....
Nos cafés as pessoas nao fumam - a nao ser nas mesinhas de fora, hehe. Mas lá dentro você tem ar condicionado - para os eternos dias quentes dessa cidade - musiquinha ambiente gostosa, decoraçao estilo moderna, cores bem escolhidas, garçons gente boa que já me reconhecem e .... enfim, um ambiente muito aconchegante. Nao preciso alterar minha voz para conversar, posso me sentar confortavelmente no sofazinho e aproveitar meu tempo ali. E ah, detalhe... também nao preciso pagar "couvert" artístico pra ouvir algum mané cantar música que eu nem quero ouvir!
E foi assim que eu terminei minha semana.... sentada num café, comendo um lanchinho gostoso (e caro!) e tomando chocolate quente, enquanto conversava com amigos sobre o 11 de Setembro, a Al-Qaeda, Bill Clinton, eleiçoes americanas, salgadinhos que gostávamos quando criança, planos futuros, etc...
É... bem que eu queria ter meu próprio café... (sigh)... Ele teria um aspecto bem mundi, de gente viajada. Seria tao pretensioso que a sociedade goiana iria adorar. Cheio de mapas e atlas, o lugar ia bombar. Bombar também iria o Menu, cheio de opçoes caras e gostosas. Pensa que delícia....
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