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segunda-feira, 22 de março de 2010

No Confessionário - E o Conselho Que Salvou o Dia

Quando eu ouço a palavra "confessionário" só consigo pensar em duas coisas. A primeira é uma certa fantasia sexual infame, envolvendo aquele beco aonde o/a fiel se despe de pudor e confessa o que fez - ou tem vontade fazer! A segunda é algo mais banal mesmo. Aquele quartinho do Big Brother.

Sin embargo, o post de hoje vai servir meio como desabafo/confessionário. Porque a falta de atualizaçoes mais frequentes nao tem se dado por um problema de tempo, e sim por medo de enfrentar certas coisas.

Semana passada começaram as aulas novamente, e com elas veio o medinho. De que? O de sempre. O medo de fracassar. Com o papo todo de apresentar o pré-projeto já na próxima semana e, no fim do semestre, entregar o capítulo sobre o marco teórico, parece que caí na realidade.

A sensaçao do momento é que quanto mais eu enfio a cara na idéia da minha dissertaçao - que há 3 meses parecia algo genial! - mais eu sinto que nao sei nada e nao vou dar conta do recado. A velha de Sócrates, "só sei que nada sei". O projeto é mais do que ambicioso...na moral, é quase impossível. E eu bem que poderia fazer uma lista aqui dos porques eu inventei uma coisa que, no papel ficou massa pra caramba - e me rendeu quase um 10 de nota - mas...antes de terminar este post o Monsenhor entrou no meu quarto, e tudo mudou.

É, o Monsenhor tem seus momentos. Chega em casa, interrompe minha escrita. Aquilo que era pra ser um post cheio de emoçao, com confissoes do meu eterno medo do fracasso e a frustraçao por nao ser uma pessoa mais pragmática e ter estudado Administraçao...tudo foi pro saco. Depois de contar porque eu tinha cara de preocupada, na maior categoria freudiana de tratamento de neuroses, ele mostra o caminho: "o melhor jeito de vencer esse medo é meter a cara e fazer essa apresentaçao logo".

E mais uma vez o dia foi salvo por um conselho do tipo eu já sabia...mas que nao lembrava.

domingo, 31 de maio de 2009

Magic


Fim de semana acabando e eu aqui, concentrando forças para a semana que começa. Achei uma música da Colbie Caillat perdida por aqui. Nem gosto dessa fulaninha, mas essa música, Magic, me cae bien.

Sábado recheado de encontros na sinagoga, vitórias no futebol e rodízio de pizza para comemorar aniversário de um amigo. Domingo que trouxe o churrasco de aniversário de uma colega de classe e surpresinhas agradáveis, como conhecer gente legal. Todo ano isso me acontece. Vou numa festa de quem eu nao conheço (ou conheço pouco) e acabo conhecendo alguém super intrigante. Ano passado foi a Dona Vanilla. Esse ano, Dona Miyu.

As montanhas, com seus topos já cobertos de neve, estao cada vez mais parecidas com brownies gigantes com marshmallow e sorvete em cima. Super apetitosas...

Amanha começo a trabalhar oficialmente. Uau! Vou aproveitar a animaçao de acordar cedo porque sei que vai durar pouco.

É issae...

=)

P.S. Foto by me...um pouco da paisagem de hoje a tarde.

P.S.2. "everytime that i get close to you, you're making me weak with the way you look through those eyes"....ai, como eu to cheesy!! Mimata!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Meu Gato Fofinho

A paixao se manifesta de maneiras distintas. Atualmente, por exemplo, estou apaixonada pelo meu gato, Bafao.

Bafao chegou aqui em casa com o nome de Frajola, dado pela mulher que o encontrou na rua. Meu pai logo começou a chamá-lo de Hussein, dizendo que por ele ser um gato grande e lindo, imponente, precisava de um nome forte. Eu vetei, já que Hussein só me remete ao ditador, o Saddam, por quem nunca tive apreço nenhum. Entao, pra resolver o problema de nome, resolvi chamar o gato de Hassan. Nome forte, legal e diferente. Mas...nao dá... ele tem cara de Bafao. Sempre teve, hehe.... nome este bem menos lisonjeiro que os outros, mas ainda assim penso que tem mais a ver com ele.

O Bafao tem um andar incrível. Em inglês o nome passarela, aquela onde as modelos desfilam, se chama "catwalk" (andar do gato), e o Bafao explica porque. Ele anda igualzinho à Gisele Bundchen e suas coleguinhas. Uma patinha atrás da outra, com uma destreza invejável a qualquer ser humano do sexo feminino que um dia já quis ser elegante e sexy. Sábado, durante um almoço oferecido para minha amigas de adolescência, Bafao foi admirado por suas qualidades sociais e beleza. As meninas quiseram imitar seu andar, e apreciaram o quanto ele gosta de gente!

Bafao é quase um cachorro neste sentido. Adora gente. Até criança ele aguenta! Quando chego em casa ele corre atrás, dá uns miadinhos e pula na minha perna pedindo pra brincar. De manha é a mesma coisa. Enquanto alguém nao brinca com ele, ele nao sossega.

No momento Bafao está deitado aqui ao meu lado, dormindo. A coisa mais fofa do mundo! Minha vontade é de abraçar, apertar, beijar...mas eu nao posso. Minhas expressoes físicas de amor pelo Bafao sao diariamente tolidas por razoes de saúde. Na semana que ele chegou, pensei que ia morrer de alergia. Só conseguia ficar em casa à base de anti-alérgico. Eu sabia que isso ia melhorar, e melhorou....mas ainda assim nao posso abraçar o bicho como eu queria, senao é olho inchado e espirro na certa. Que pena! Mas...talvez isso sirva pra me ensinar uma liçao. E... qual seria a liçao? Hehehe....amor demais logo de cara dá alergia? kkkkkkkkkkkk ...é melhor guardar pra quando os anticorpos já tiverem sido criados? kkkkkkkkkk....ai credo, e eu nem estou sob a influência de psicotrópicos!...

Enfim...este é o Bafao, meu gato lindo e molenga. Com certeza é o gato mais lindo que já tive. Prometo que em breve postarei fotos.

Beijos, me liguem!....

P.S. no próximo post um resumo da festinha de sábado...

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Sobre o Amor e as Plantas

Essa semana foi corrida. Além das atividades normais, fiquei envolvida na preparaçao das festividades dos 25 anos de casamento do "tio" e da "tia". Fomos pra lá e pra cá nessa Goiania véia quente, atrás de paninhos bonitinhos para a mesa, tacinhas de plástico, frutas, paes, docinhos, etc. Ufa! Mas valeu a pena. E como valeu!... o café-da-manha surpresa foi, de fato, uma surpresa. E depois teve o jantar também. Planos mirabolantes para despistar os "noivos", hehe.... super divertido! Pra completar, editamos um filme com fotinhos dos dois desde a época de namorados. Bem cheesy, mas ficou legal. Foi um su-su-sucesso! No fim da noite eu e Dona T estávamos um caco. Caí no sono em 5 minutos, mas foi ótimo!

E depois, no dia seguinte, quem teve uma surpresa foi eu. Ganhei um dos melhores presentes da minha vida. Um pé de manjericao!!! Sim, sim, sim!! O tal manjericao que eu falava há meses. Comentei com praticamente todos que me conhecem que eu queria ter um pé de manjericao em casa. Pra que? Porque eu adoro manjericao. Tem coisa melhor do que uma pizza margherita com manjericao fresco em cima? Ou um molho ao sugo no macarrao com aquelas folhinhas verdes e cheirosas....aaahhh...delícia! Fora que nao é qualquer pessoa que pode, por exemplo, servir uma massa qualquer em casa e, mesmo que o molho seja daqueles comprados pronto, você diz: "oh, só um minuto por favor! Vou lavar as folhas de manjericao para colocar no prato". Hahaha...vou arrasar agora, gatos! Ui!

Enfim....essa história toda da plantinha me fez pensar naquela metáfora óbvia sobre o amor e as plantas. Lembro que até a professora de Contabilidade da facul uma vez ficou falando disso! Argh!... mas o negócio tem sim o fundo de verdade. Eu cheguei em casa carregando o vaso do meu manjericao como se fosse meu filho. Hoje, a primeira coisa que fiz ao acordar foi ver como estava meu "queridinho". Coloquei água e depois coloquei no sol. Afinal, planta precisa de sol! Agora a noite cheguei em casa e fui lá, mais uma vez, checar o manjericao. Fiquei igual boba, olhando pra plantinha, cheirando, curtindo meu momento....ah, o cheiro! Adoooro o cheiro de manjericao! ...

Talvez a grande reflexao dessa semana seja justamente essa, de amor. Nao tem nada melhor nesse mundo do que amar...e demonstrar amor faz a gente amar mais ainda...

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

The Camp Story (Part I)

She checked one more time if she had packed everything. Toothbrush – very important! – underwear, all that crappy medicine and of course, a couple books and her laptop. She knew that eventually she was going to get bored, but still hoped it wasn’t gonna happen. Yeah, everything seemed right so she zipped her bag, grabbed all the stuff and left. She was right on time.

It was the first time she was going on a retreat with the soccer team. They had played together for a semester now and yet their contact outside soccer-related activities remained little. Part of it was because she somewhat despised most of them. Even though she tried to fit in and talk their talks, she knew it wasn’t for her. And yet she insisted. She told herself that the weekend was going to be fun and it was an opportunity for her to possibly bond with some of the girls. Despite her girlfriend’s claims that she was going to go crazy and do stupid shit – as previously – she absolutely no intentions of doing anything inappropriate. The truth is that Hannah was bored out of her mind and only agreed to go on the trip because Mary Jane had insisted so much and eventually convinced her it was going to be fun.

“Hello?” she answered the phone.

“Hey beautiful. Are you there yet?” the sweet voice of her girlfriend on the other side.

“Nah, not yet. I’m just leaving actually, why?”

“Nothing. I just wanted to say that I love you”

“Awww. You’re a cutie. I love you too”

“I’ll miss you so much” her girlfriend didn’t even try to hide her insecurity anymore.

“It’s only a couple of days, baby. And I’ll hate it anyway, wanna bet?”

“No, you’ll come back bragging about how much fun it was”

“Whatever. I’ll be back in less than 48 hours and…I’ll think of you all the time anyway. I love you” she sounded sweet.

“I love you. Bye”.

It was good to know that she cared to much. But at the same time Hannah was looking forward to being away from Tarin for a little bit. She was convinced that Tarin was taking too much of her time and energy and it’s not that she didn’t want to dedicate all that time and energy to her. She was certainly worthy of it. But she was also jealous of Tarin’s boyfriend and that was killing her inside. She thought about that for a couple of minutes and then quickly parked in front of Vivian’s place, where they were all supposed to meet up.

“Hey! Am I late?” Hannah asked.

“Nah, don’t worry. Lucy’s not here yet” Vivian answered.

“Argh, I can’t believe these girls!”

“And oh, guess what. Anne isn’t coming anymore”

“What the hell? How come?”

“Apparently she had a sequence of really bad days and now she just doesn’t feel like going”

“But….we have a freaking match! We need her help!”

“Don’t worry, Brennda will be there and I’m back at playing again”

“Damn, this sucks!” her bad mood started to show.

They packed all their stuff in the cars and left. As they moved away from the city and the girls chatted, Hannah kept her mouth shut. She had Vivaldi playing on her iPod and she did not intend to be disturbed. But of course that was impossible. The vigorous happiness emanating from the girls chat was absolutely impossible to deny. She thought of joining them but then again…. What would she talk about? She hadn’t watched the latest Big Brother version yet nor seen the last chapter of GossipGirl, therefore she would just listen. As usual. So she would rather stick with Vivaldi.

At one point Vivian, someone Hannah had much respect for, came up and started chatting.

“Hey, what’s up? Are you alright?” Vivian asked.

“Yeah, I’m good. I love Vivaldi, it’s my favorite composer”

“Yeah, I like it too. Reminds me of when I did balet”

“Oh, that’s right. But seriously, don’t worry about me, I’m good”

“Of course I worry about you. Besides they’re just being stupid anyway and I’m tired”

“Right…. Busy week at work?”

“Kind of, yeah…”

And their chat moved on from there. In the following hour they talked about a lot…from how cheese was made to more heart-to-heart things such as Vivian’s mom’s death. And Hannah felt like they had bonded in a very unique way.

 
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